Quem desenha o crescimento responde pela meta.

Growth Hunter é uma consultoria de marketing e vendas que entra na operação de pequenas e médias empresas, define o que fazer primeiro e fica até a meta ser entregue. Cinco frentes de trabalho, um responsável do começo ao fim.

Ver as cinco frentes

Sem custo e sem pitch. Se não houver fit, isso é dito na primeira conversa.

12 anos
de operação em growth e performance antes da primeira consultoria
R$ 70 mi
em budget de marketing gerenciado ao longo da carreira do fundador
3 empresas
é o teto simultâneo da frente de consultoria

A experiência que sustenta o trabalho foi construída dentro de operações de verdade, não em sala de aula.

BTG PactualModalmaisG4 EducaçãoGrupo ÂnimaMedwayAlura

Todo dono de empresa já fez essa escolha duas vezes. E se arrependeu das duas.

A agência

Entrega relatório caprichado, gráfico subindo e reunião mensal pontual. Quando o comercial reclama que o lead não tem perfil, a resposta é que o volume está dentro da média do mercado. Do outro lado da mesa ninguém perde o sono com o seu faturamento.

A consultoria tradicional

Acerta o diagnóstico, monta o plano, apresenta em PDF e vai embora. A execução volta para o mesmo time que já não dava conta antes da consultoria começar.

As duas contas chegam no mesmo lugar: mais um ano de verba gasta e o gargalo exatamente onde estava.

Como os três modelos se comportam na prática
  Agência Consultoria tradicional Growth Hunter
Define a estratégia Parcialmente, dentro do canal contratado Sim Sim
Executa a operação Sim, no escopo do contrato Não, devolve para o time interno Sim, na frente contratada
Responde pela meta comercial Não, responde por entrega de mídia Não, responde pelo plano Sim, meta acordada por escrito
Mexe em CRM e processo de vendas Raramente Recomenda, não implanta Implanta
Quantos clientes ao mesmo tempo Dezenas por gerente de conta Varia, sem teto declarado Três, na frente de consultoria

O problema quase nunca é falta de lead.

O ciclo é sempre o mesmo. Marketing dobra a verba, entrega mil leads, o comercial fecha dois. Aí começa a guerra interna: um lado diz que o lead é ruim, o outro diz que o vendedor não sabe atender. O custo de aquisição sobe e o dono é o único que sente a conta chegando.

Gerar volume é a parte fácil. Qualquer gestor de tráfego competente faz isso em trinta dias. Difícil é orquestrar o meio do caminho: o que é lead qualificado de verdade nesta empresa, o que o comercial faz com ele, em quanto tempo, cobrado por quem, registrado onde.

É por isso que aqui nada começa por campanha. Começa pelo fim: a meta que a empresa precisa entregar, e o caminho desmontado de trás para frente até aparecer onde ele trava. Canal, ferramenta e verba são a última conversa, não a primeira.

Na maior parte dos diagnósticos, o vazamento não está na entrada. Está entre o lead que chegou e a proposta que nunca foi feita.

Onde mil leads viram dois clientes

Leads gerados
1.000
Contatados de fato
380
Conversa iniciada
140
Reunião realizada
60
Proposta enviada
24
Cliente fechado
2

Distribuição ilustrativa de um funil que compra volume sem qualificação. Dobrar a verba multiplica a primeira linha e não move a última. O trabalho está nas quatro linhas do meio.

Cinco formas de trabalhar juntos

A escolha depende do que já existe dentro de casa. Não há porta de entrada obrigatória e nenhuma frente é degrau para vender outra.

Consultoria
Fractional Growth Partner

Para quem já tem time rodando e ninguém sênior o bastante para decidir o que vem primeiro.

Direção estratégica contínua dentro da operação: reunião semanal de estratégia e desempenho, prioridades definidas para o time, marketing e comercial sentados na mesma mesa e revisão mensal de budget para separar o que queima caixa do que gera receita. Máximo de três empresas por vez.

Projetos Especiais
Equipe montada por escopo

Para quando existe um projeto crítico com prazo e ninguém dentro de casa tem fôlego para tocar.

Um time montado para aquele escopo específico, com começo, meio e fim definidos: estruturar um motion de vendas digital, abrir um canal novo, tocar uma campanha que não pode dar errado. Não é retainer, é projeto com data para acabar.

Treinamentos
In company, online ou presencial

Para quem já tem time e precisa que ele suba de nível.

Capacitação de marketing, de comercial ou dos dois na mesma sala, que costuma ser onde o desalinhamento entre as duas áreas finalmente se resolve. Montado sobre a operação real da empresa, não sobre slide genérico de curso.

Montagem de equipe
E implementação de processos

Para a empresa que cresceu na raça e ainda não tem estrutura formal de marketing e vendas.

Desenho do time que a operação exige, definição de papéis e de quem cobra o quê, CRM implantado de verdade, rotina e governança funcionando antes de alguém ir embora. Montar a estrutura é o escopo. Operar depois é BPO, se fizer sentido.

BPO
Marketing e vendas terceirizados

Para quem prefere não montar folha própria agora.

A operação de marketing, de vendas ou das duas roda com o time da Growth Hunter, com supervisão estratégica em cima. Estrutura sênior sem o custo e o risco de construir um time do zero.

Se a ficha preenchida não for a frente certa, isso aparece na primeira conversa e ninguém perde três meses para descobrir.

O trabalho fala antes de qualquer currículo

R$ 70 mi
em budget de marketing gerenciado ao longo da carreira do fundador
+90
profissionais de marketing liderados, com times simultâneos de até 25 pessoas
+3.400
alunos formados em marketing digital em sala de aula corporativa
12 anos
construindo operação dentro de banco, corretora, educação e saúde

Um diagnóstico que mudou a decisão do dono

A empresa queria colocar dinheiro em um produto novo porque o dono achava que o mercado tinha morrido. Antes de aprovar qualquer verba, veio uma pesquisa de mercado e um cliente oculto rodado na concorrência. O resultado desmontou a premissa: o mercado estava abundante e a concorrência era amadora. O que travava era posicionamento e processo, não demanda.

O que veio depois não foi campanha. Foi troca no time de marketing, mudança de ferramenta, inside sales estruturado com processo e cobrança, e a reestruturação do pós-venda. O dono deixou de decidir por achismo e passou a decidir por leitura de operação.

Como o time de cada projeto é montado

Cada projeto recebe a composição que ele exige: direção estratégica, estruturação comercial, produção de conteúdo, mídia, dados. Gente sênior alocada pela necessidade do escopo, nunca por vaga ociosa em agência.

A direção do trabalho e a relação com o cliente ficam com o fundador, Felippe Freire, do diagnóstico à meta. O resto do time entra conforme o escopo pede e sai quando o escopo termina.

Como começa

A ficha

Três minutos respondendo sobre o cenário real: porte, time que existe hoje, o que já foi tentado, o que trava.

Cai direto no WhatsApp

Não em fila de SDR, não em formulário que gera e-mail automático. A ficha vai para quem vai conduzir a conversa.

Conversa de diagnóstico

Sem apresentação de quarenta slides e sem pitch. O objetivo é entender o problema, não vender a solução.

Proposta para aquele cenário

Escopo, meta e investimento desenhados a partir do que apareceu na conversa, por escrito.

Por que não existe tabela de preço nesta página

Duas empresas do mesmo porte, contratando a mesma frente, podem exigir esforços completamente diferentes. Preço publicado atrai pelo preço, não pelo problema: barato demais chama quem não tem estrutura para absorver o trabalho, caro demais afasta quem seria bem atendido.

O número vem depois da conversa e sai por escrito, junto com a meta que ele compra.

Diagnóstico honesto

A primeira conversa entrega leitura do cenário mesmo que termine em não. O plano fica com a empresa de qualquer jeito.

Sessenta dias de avaliação

Na consultoria, se em sessenta dias não houver resultado percebido, o contrato encerra sem multa.

Sem fit, sem venda

O projeto só começa quando existe clareza dos dois lados de que a meta é alcançável.

Para quem é e para quem não é

O filtro é dito na primeira conversa, não no sexto mês. Ler as duas colunas costuma resolver a dúvida antes de preencher qualquer ficha.

Comparação entre o perfil de empresa que a Growth Hunter atende e o perfil que não atende
Faz sentido Não faz sentido
A empresa já vende e quer crescer com estrutura, não com sorte. A expectativa é que o marketing invente uma demanda que o produto ainda não tem.
O dono aceita mexer em processo, CRM e composição de time. O dono quer trocar de fornecedor e manter tudo igual dentro de casa.
O orçamento é compatível com o tamanho do problema a resolver. O orçamento é de um gestor de tráfego a R$ 1.500 por mês, com expectativa de faturar milhões.
O time interno topa ser cobrado por meta e por prazo. A operação já decidiu que a culpa é sempre da outra área.
Existe fôlego para três a seis meses de mudança estrutural. A expectativa é virar o jogo em trinta dias sem mudar nada.
A empresa quer alguém que fique até o resultado aparecer. A empresa quer alguém para apertar botão de plataforma.

Milagre não está no cardápio.

O trabalho aqui é desmontar o problema e reconstruir a operação de marketing e vendas, e isso custa o que custa. Quem procura um atalho de R$ 1.500 por mês para faturar milhões vai encontrar quem prometa isso no mercado. Aqui, não.

Perguntas que aparecem em toda primeira conversa

O que é uma consultoria de marketing e vendas que também executa?

É o modelo em que o mesmo responsável define a estratégia e acompanha a execução até a meta acordada. Difere da agência, que executa sem responder pelo resultado comercial, e da consultoria tradicional, que entrega o plano e devolve a execução para o time interno.

Já contratei consultoria antes e não funcionou.

Na maioria dos casos, ela terminou em plano entregue e execução devolvida para um time que já estava sobrecarregado. Aqui a estratégia e a execução ficam com o mesmo responsável, e existe frente de serviço para assumir a operação quando não há braço interno.

Quanto custa?

Não existe tabela publicada. Duas empresas do mesmo porte, na mesma frente, podem exigir esforços completamente diferentes. O escopo e o investimento saem por escrito depois da conversa de diagnóstico, que é gratuita.

Vocês atendem apenas empresas B2B?

Não. O trabalho serve pequenas e médias empresas de qualquer modelo de negócio, B2B ou B2C. O que pesa é existir time, processo e caixa para sustentar a mudança, não a sigla do modelo comercial.

Um growth partner fracionado fica menos comprometido que um CMO em tempo integral?

Na frente de consultoria são no máximo três empresas simultâneas, justamente para que isso não aconteça. Depois de seis a oito meses de entrega comprovada, o contrato pode evoluir para fixo menor com variável atrelada a resultado.

Minha operação é muito específica.

O produto e o cliente são específicos em toda empresa. O que trava costuma ser genérico: qualificação mal definida, CRM sem uso real, comercial sem rotina de cobrança, pós-venda sem dono. Por isso o diagnóstico vem antes da proposta.

Não sei de qual das cinco frentes eu preciso.

Preencher a ficha da frente que parecer mais próxima. Se for a errada, isso aparece na primeira conversa e a rota muda ali mesmo, sem custo.

Dá para começar pequeno, com um gestor de tráfego?

Dá, e às vezes é a decisão certa para o momento da empresa. O que não existe é orçamento de gestor de tráfego com expectativa de resultado de reestruturação. São problemas de tamanhos diferentes e preços diferentes.

Em quanto tempo aparecem os primeiros resultados?

Ajustes de processo comercial e de qualificação costumam mover indicador dentro dos primeiros sessenta dias. Mudanças estruturais de aquisição e retenção levam de três a seis meses.

Você já sabe onde dói.

O que falta é alguém que olhe o problema inteiro, diga o que fazer primeiro e continue na mesa quando chegar a hora de executar.

Três minutos de ficha. A conversa acontece no WhatsApp, direto com quem vai conduzir o trabalho. Sem custo, sem compromisso e sem apresentação institucional.